segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Sutiã pode causar dores e inflamações musculares




Alças muito justas podem levar a dores e inflamações na região dos ombros

Uma pesquisa realizada no Brasil, com mais de 20 mil mulheres, revelou que 80% usam sutiãs em tamanhos inadequados, tornando o uso da peça extremamente desconfortável. Isso ocorre porque nem sempre a medida do contorno do tórax (costas) é proporcional ao volume dos seios (taças ou bojos). Os ajustes das alças também comprometem o conforto.
"Acreditando que a sustentação dos seios é feita exclusivamente pelas alças, muitas mulheres as encurtam ao máximo", atesta Carolina Teixeira, gerente de marketing da marca de lingerie Liz, que organizou a pesquisa.

O resultado desse desajuste é que o sutiã sobe nas costas e as tiras acabam marcando os ombros – muitas vezes até machucando a pele!

Mas além dos aspectos estético e de conforto existe uma questão de saúde. "A alça, colocada bem em cima do músculo do trapézio, faz pressão nos ombros. Sendo uma ação repetitiva, em longo prazo  pode levar a uma dor muscular localizada, a chamada dor miofascial, e até a um processo de inflamação muscular", alerta a fisioterapeuta Gerseli Angeli, mestre e doutora em fisiologia do exercício pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e diretora científica do Centro de Medicina da Atividade Física e do Esporte (CEMAFE).

Muitas mulheres optam pelo sutiã com tiras largas cruzando as costas, como um maiô de natação, pensando em maior sustentação - o que não corresponde à verdade. "E por ser bem justo ao corpo, também exerce grande a pressão no trapézio, podendo trazer as dores", diz a especialista.

Com o processo inflamatório instalado, a dor pode se agravar e irradiar ainda para a região cervical. Mais: esse quadro doloroso pode ser potencializado pelas atividades do dia a dia – má postura ao sentar, altura inadequada do computador, tensão, etc. Daí que você sofre sem nem se dar conta da origem do problema.

Abaixo as alças!

Para saber se a lingerie é realmente o motivo do desconforto, primeiro procure deslocar as alças nos ombros de vez em quando ao longo do dia. "Outra sugestão é abaixar as alças por um tempinho e perceber se o incômodo passa", argumenta a fisioterapeuta. Se aliviar, o problema pode estar mesmo na peça íntima.

Dependendo de quanto você deixou o quadro se agravar, o tratamento pode variar da simples troca de modelo de sutiã até o uso de relaxantes musculares e antiinflamatório


Como acertar na escolha
O sutiã deve ser bem ajustado ao tórax. "Ao contrário do que se pensa, as alças não são as maiores responsáveis pela sustentação dos seios, e sim o bojo e aquela faixa que envolve o tórax, que devem ter o tamanho certo", diz Carolina Teixeira, da Liz.

Se as medidas da peça estiverem desproporcionais ao corpo da mulher, o sutiã sobe nas costas ou na frente, prejudicando a sustentação. E se as alças não podem ser muito justas, tampouco devem ser frouxas demais. "Vale lembrar que quanto maior os seios, mais largas devem ser as alças", explica Carolina.

Para verificar se a lingerie está no tamanho adequado, faça o teste: vista a peça e coloque um dedo entre o sutiã e o tórax. Você deve sentir uma leve pressão - o dedo não deve ficar apertado nem folgado.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Saiba o que pode causar estrias e como evitá-las




A adolescência e os meses de gravidez são os períodos da vida de uma mulher nos quais se acende a luz vermelha para a possibilidade de surgimento de estrias. Outro vilão que costuma ser responsável pelas cicatrizes que indicam que a pele passou por estiramento excessivo e se rompeu é o efeito sanfona, isto é, o sucessivo aumento e perda de peso.

O aparecimento em situações em que a mulher passa por grandes mudanças hormonais levanta a hipótese de que as estrias não estejam ligadas somente ao estiramento da pele de forma rápida e além de suas capacidades, mas também à atividade hormonal, afirma o médico dermatologista Mário Chaves, sócio da clínica Derma Gávea, no Rio de Janeiro, e auxiliar de pesquisa do serviço de dermatologia do hospital universitário da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).

Fatores genéticos

Além disso, estar ou não mais propensa a ter estrias depende de fatores genéticos. Marcelle Cunha, fisioterapeuta dermatofuncional e esteticista da clínica Arthys, no Rio de Janeiro, comenta que a existência de muitas pessoas com estrias na mesma família pode indicar uma fraqueza hereditária nas fibras da pele.

Não há consenso quando o assunto é predisposição genética de acordo com a etnia a qual a pessoa pertence. Mário Chaves afirma que as pessoas ruivas seriam aquelas com menor propensão ao surgimento de estrias, enquanto na outra ponta, ou seja, mais suscetíveis a este tipo de lesão na pele, estariam as pessoas negras.

Já para o dermatologista Anderson Bertolini, da clínica Bertolini, em São Paulo, a pele negra não é mais suscetível a ter estrias do que a pele branca. "O que acontece é que existe um contraste da cor da pele com a coloração esbranquiçada das estrias, isso evidencia mais o aspecto delas. Não há trabalhos que digam que a pele negra é mais suscetível, apesar de sua trama de colágeno ser mais fechada, não existem dados para correlacionar isso com mais estrias", argumenta o médico.

As estrias  geralmente aparecem nas coxas, nádegas, região lombar e abdômen, mas também podem ocorrer em outros locais quando há ganho repentino de massa muscular, por exemplo. Ao lado do crescimento do corpo na puberdade, o aumento brusco da massa muscular é o motivo mais comum para o aparecimento das estrias nos homens, observa o dermatologista Mário Chaves.

Ele menciona ainda que existem remédios cujo efeito colateral pode ser o aparecimento deste tipo de lesão na pele, como os corticoides, geralmente usados em medicamentos para combater alergias. Segundo o médico, após o uso desses medicamentos na pele por duas semanas o risco de surgimento de estrias aumenta consideravelmente.

Como evitar

Manter a pele hidratada é o primeiro passo para evitar as estrias e para isso, segundo Mário Chaves, vale recorrer desde ao velho óleo de amêndoas doce e ao óleo de semente de uvas até a hidratantes mais sofisticados, desenvolvidos pela indústria de cosméticos. O ideal é procurar um dermatologista para indicar qual o melhor tipo de hidratante de acordo com seu tipo de pele e com seu momento de vida. Para os adolescentes, por exemplo, os produtos umectantes a base de ureia são indicados e a principal preocupação é não elevar ainda mais a oleosidade da pele.

Mário Chaves não recomenda o uso de hidratantes com ureia para mulheres grávidas e menciona que duas medidas são eficazes contra o aparecimento de estrias  durante a gestação: não ganhar peso além do necessário e fazer drenagem linfática para combater a retenção de líquidos. Marcelle Cunha recomenda que as grávidas façam a hidratação da pele ao menos três vezes por dia, sendo uma após o banho, quando a capacidade de absorção aumenta. Além disso, a fisioterapeuta alerta que na hora dormir a hidratação precisa ser feita de forma generosa.

Quem desconfia ter predisposição genética para estrias por causa do histórico familiar pode recorrer a terapias alternativas, como a medicina ortomolecular, indica Marcelle Cunha. A fisioterapeuta explica que neste caso a intenção é estabelecer uma alimentação que possa fornecer mais colágeno para o organismo. Saiba mais sobre a medicina ortomolecular.

Para essas pessoas, também vale não descuidar da hidratação, proteger a pele da exposição ao sol, evitar o aumento de peso e fugir do efeito sanfona.

Se você vai começar um programa de treinos, a dica para evitar as estrias é começar com os exercícios mais leves e mais destinados a definição do que a hipertrofia muscular. Você pode contar com uma abordagem multidisciplinar para combater as lesões por estiramento na pele e, além de conversar com o profissional de educação física sobre o melhor programa de treinamento, falar ainda com nutrólogos para chegar ao tipo de alimentação mais adequada para fornecer as substâncias fortalecedoras da pele ao seu organismo.

Fonte: Bbel

Guia da depilação com lâmina





Pode ser o seu método oficial para se livrar dos pelos. Mas pode ser também um salva-vidas, quando não há outra opção. O importante é usar a lâmina da maneira certa. “Apesar da aparência de pelos engrossados, essa é só uma impressão, por ela cortar transversalmente”, explica a dermatologista Monica Aribi. Se bem usada, a lâmina pode ser uma excelente aliada. Saiba agora como fazer uma depilação perfeita usando lâmina.

 Antes de depilar, faça esfoliação e use hidratantes para a pele, aconselha a dermatologista Vanessa Metz. A esfoliação vai ajudar os pelos mais fracos a saírem, e a hidratação é importante porque evita o risco de cortes – principalmente para peles secas.

- Sobre a escolha do produto, existem diversos barbeadores no mercado, com até três lâminas, por exemplo. Mas, no caso das mulheres, “é melhor usar lâmina única e descartável”, aconselha Monica. Aparelhos com lubrificante – aquela linha verde ou azul gelatinosa acima das lâminas – são ótima opção.

- Nunca, nunca mesmo passe a lâmina na pele seca. O ideal é lançar mão de géis, cremes, loções ou espumas próprias para isso – o sabonete pode ser usado em caso de urgência.

- Não use água fria. A água quente é fundamental para uma boa depilação com lâmina, pois ela dilata os poros, facilitando a remoção dos pelos. Por isso, a hora do banho é o melhor momento. Molhe a pele e aplique um creme antes de começar a depilação.

- A depilação deve ser feita no sentido do crescimento do pelo, e basta passar a lâmina na área uma só vez. “Tome muito cuidado ao passar por regiões com mucosas, como virilha e ânus”, alerta Vanessa Metz. Para as regiões curvas, os aparelhos com cabeçote articulado são indicados, pois diminuem o risco de corte.

- Aparelho sem corte é pelo encravado na certa. Use no máximo três vezes a mesma lâmina antes de trocá-la. Vanessa recomenda: “não guarde o aparelho dentro do box do chuveiro. A umidade promove o acúmulo de bactérias e fungos”.

- Cortou a pele? Use um adstringente no local, que vai fazer o sangramento cessar e a ferida fechar.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

A fisioterapia na prevenção do infarto




Infarto agudo do miocárdio é o resultado final da interrupção do suprimento de sangue por obstrução (depósito de gordura) na artéria coronária do coração. Como conseqüência, o miocárdio (músculo do coração) entra em sofrimento, levando à morte dessa área cardíaca não-irrigada por sangue e oxigênio. Quanto maior o tempo da interrupção de irrigação sanguínea no miocárdio, maior será a extensão do seu comprometimento cardíaco. A formação desses depósitos de gordura sofre influência de vários fatores, podendo ser hereditário (predisposição genética) ou adquirido por meio de fatores de riscos como fumo, diabetes melito, hipertensão arterial sistêmica (HAS), dislipidemia, sedentarismo e obesidade.O infarto agudo do miocárdio é um evento patológico de elevados índices de morbidade e mortalidade, sendo considerada a principal causa de morte nos países industrializados.

Os sintomas mais comumente relatados são: dor no peito relatada como um peso, com intensidade variável, podendo irradiar para região cervical e/ou braço esquerdo. A dor é prolongada (30 min.) e não passa com repouso. Podem ainda ocorrer náuseas, vômitos, falta de ar, suor, palidez e fraqueza, podendo ser também assintomático (ausência de sintomas), comum em pacientes diabéticos.

Algumas pessoas relatam que sentiram desconforto em braços, pernas, costas e mandíbulas, além de síncopes (desmaios). Mediante esses sintomas, a pessoa deve procurar um pronto-socorro o mais rápido possível, para que sejam feitos exames complementares que identifiquem o grau e a extensão do infarto, tratando-o com mais eficiência e objetivando assim a recuperação e minimização das lesões cardíacas, com redução dos altos riscos de óbito.

A atividade física é um fator importante na prevenção primária e secundária do infarto agudo do miocárdio. Deve-se levar em conta que determinados exercícios físicos relacionados a fatores de riscos (tabagismo, obesidade, sedentarismo) e doenças (diabetes melito, hipertensão arterial, dislipidemias) diminuem a ocorrência do infarto agudo do miocárdio.

É necessário ressaltar a importância dos exames médicos e fisioterapêuticos em pacientes portadores de doenças com maior risco para ocorrência de um infarto do miocárdio e que se predispõem a iniciar o programa preventivo. Esses exames são de fundamental importância, pois o principal objetivo do programa preventivo é a atividade física regular que estará associada a dietas específicas. Os benefícios alcançados por meio do programa preventivo incluem a diminuição e controle da gordura no sangue, triglicérides (VLDL), LDL (colesterol ruim), obesidade; taxa de glicose sanguínea, hipertensão arterial e aumento do HDL (colesterol bom).

O programa aplicado pela fisioterapeuta (desenvolvido pelo American College of Sports Medicine), tem seu inicio a partir de condutas, como: mudança dos hábitos alimentares, abolição do tabagismo e estímulo de exercícios aeróbicos de moderada intensidade, por 30 minutos, todos os dias da semana. No caso da adoção deste Programa, a supervisão deverá ser diretamente realizada pelo fisioterapeuta para o controle dos sinais e sintomas e monitorização cardíaca e respiratória, seguido de acompanhamento médico periódico durante todas as fases do Programa.

Ainda sugiro que o indivíduo, na impossibilidade de freqüentar o programa específico de prevenção do infarto agudo do miocárdio, mas liberado para atividades físicas poderá praticar as seguintes atividades diariamente: caminhar durante 30 minutos, três vezes por semana, em superfície plana; pedalar em bicicleta fixa, sem resistência, por 30 minutos três vezes por semana; andar em esteiras na velocidade suave, sem inclinação, por 30 minutos três vezes por semana.

As atividades domésticas também entram na forma de exercício aeróbico como fortes aliadas na prevenção do infarto agudo do miocárdio, desde que não sejam empregadas com força física exagerada e não apresentem nenhuma contra-indicação médica e ou fisioterapêutica para o indivíduo. Alguns exemplos que poderão ser seguidos: lavar quintal, limpar as janelas, juntar folhas do jardim, varrer ou utilizar o aspirador de pó, lavar louça com troca do apoio entre o pé direito e esquerdo (use uma lista telefônica como apoio); passar roupas (seguindo as mesmas recomendações feitas para lavar a louça) e estender roupas no varal com elevação dos braços.

Outro bom início para a prevenção do infarto agudo do miocárdio, além das descritas acima, é deixar seu carro na garagem e caminhar, sempre que possível. Todas essas dicas são recomendadas, mas não se pode esquecer de associar hábitos alimentares saudáveis.

Fonte: Fisioterapia.com

O poder do colágeno




O colágeno é uma fibra proteica responsável por garantir a sustentação da camada da pele conhecida como derme e é uma substância essencial para a formação dos tecidos do nosso corpo. Daí vem a sua importância para a juventude e beleza. Embora ele não atue na parte mais superficial, que é a epiderme, o colágeno pode ser considerado o responsável pela aparência externa da pele.

"O colágeno é quem garante a sustentação, mas em última análise, é o que dá a aparência externa da pele. A camada mais superficial não é de colágeno, mas é uma camada fina, então logo abaixo já vem a derme e, se ela estiver frouxa, com pouco colágeno, vai ser uma pele mais flácida, mais enrugadinha", comenta Alessandra Marta, dermatologista do Hospital Israelita Albert Einstein e professora da Santa Casa de São Paulo.

A atuação do colágeno, no entanto, não está apenas restrita à estruturação da pele. Esta proteína também está presente na cartilagem, tendões, ossos, veias, artérias e no tecido cognitivo do corpo humano. Segundo Ione Queiroga, nutricionista do departamento de pesquisa e desenvolvimento da rede de clínicas de estética Onodera, o colágeno representa ao todo 30% das proteínas do nosso organismo.

Por isso, a falta dele, além de resultar em uma pele opaca, flácida, ressecada e com textura prejudicada, causa ainda unhas quebradiças, cabelos com pontas frágeis, perda de elasticidade da musculatura e dores nas articulações.

Nosso corpo produz naturalmente o colágeno, porém a diminuição dessa produção é normal, como parte do processo de envelhecimento, e também é favorecida por fatores como exposição ao sol e tabagismo. A partir dos 25 anos e principalmente após os 30, essa queda começa a ocasionar a perda de firmeza da pele.

O colágeno é uma proteína formada por três aminoácidos e, para ser absorvida pelo corpo, ela precisa ser quebrada. Por isso nossa capacidade de aproveitar colágeno consumido por via oral, no formato de nutricosméticos, é limitada. De acordo com, Ione Queiroga, em situação ideal, em que o corpo está nutricionalmente equilibrado e fisicamente saudável, a absorção dificilmente ultrapassa os 30%. O farmacêutico Jamar Tejard menciona que, como precisa ser metabolizado, o colágeno presente em cosméticos em formato de creme, por exemplo, não consegue ser aproveitado pelo organismo porque a pele não é capaz de fazer a quebra da proteína.

Para estimular a produção de colágeno pelo corpo

Especialistas explicam que é preciso consumir os nutrientes que são capazes de facilitar essa tarefa. O principal é o silício, encontrado em alimentos como aveia, milho, cogumelos, arroz, frutos do mar, cevada, trigo e miúdos de frango, mas o consumo de vitamina C, vitamina E, selênio, betacaroteno e manganês, por exemplo, também é importante. Essas outras substâncias, como no caso da vitamina E, vão ajudar na potencialização da absorção do silício que, por sua vez, possibilita a produção de colágeno.

Mesmo assim, o colágeno fabricado pelo nosso corpo não necessariamente será destinado para a pele. Por isso, a dermatologista Alessandra Marta esclarece que para estimular a produção local da proteína e melhorar a aparência da pele é preciso recorrer a tratamentos estéticos como os peelings, aplicação de lasers e usar cremes à base de ácido retinoico e retinoaldeídos. Esses tratamentos promovem uma agressão à pele, causando a descamação e, como proteção, o organismo acaba intensificando a produção de colágeno naquele local para recuperar a estrutura agredida.

Fonte: BBel

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Dez minutos de relaxamento podem reduzir estresse e melhorar sono




Pesquisadores do Walter Rees National Military Medical Center, em Maryland, nos Estados Unidos, identificaram os efeitos sobre o estresse e o sono que 10 minutos de relaxamento antes de dormir fazem.

Durante o estudo, 334 pacientes incluídos em um programa  de tratamento de coração, fizeram quatro oficinas de 30 minutos em que recebiam instruções sobre as técnicas de relaxamento Tamers, que envolve técnicas de respiração e pensar em imagens preferidas antes de ir para a cama.

Entre os resultados, 65% dos pacientes mostraram melhora da percepção de estresse em 6.6 pontos, enquanto aqueles que não melhoraram apresentaram piora no nível de percepção em 4.6 pontos. As pessoas que classificaram o tratamento de maneira positiva, disseram ter melhorado também a qualidade do sono, além de ter diminuído a sonolência e a fadiga.

Fonte: Terra

Como driblar as dores na coluna na gravidez




Uma das maiores queixas das mulheres durante a gestação é a dor na coluna. Algo  perfeitamente compreensível, já que a mulher grávida enfrenta uma série de transformações no corpo, principalmente grandes alterações hormonais.

As mudanças dos níveis de hormônios deixam os ligamentos do corpo da gestante mais elásticos e com maior mobilidade, tornando as articulações mais frouxas. Por isso, as articulações frouxas e em conjunto com aumento de peso podem ocasionar dores em quadris, joelhos, tornozelos e especialmente na coluna.

Estudos indicam que quase 80% das mulheres grávidas sentem dores na coluna, sobretudo na região lombar. Para piorar, ao sentir que a barriga e as mamas crescem, a mulher grávida adota uma postura errada.

Na tentativa de amenizar o peso, muitas mães colocam a barriga para frente e o quadril para trás, acentuando a lordose normal do corpo e piorando as dores nas costas.

As futuras mamães sedentárias são as mais propensas a terem dor nas costas devido ao não fortalecimento dos músculos, flácidos e sem força para suportar peso extra.

Atividades físicas nelas!- Como já não é novidade, a melhor solução para não sofrer tanto na coluna é a mulher começar a prática de exercícios físicos antes mesmo de engravidar, embora isso nem sempre seja possível, pois muitos bebês "aparecem" sem planejamento.

A realização de exercícios durante a gravidez, não exagerando no excesso de peso, e a adoção de postura correta durante o sentar, carregar peso e dormir, previnem as dores na coluna.

Ao sentar, a mulher deve manter a coluna ereta em uma cadeira confortável, não carregar objetos pesados e dividir nas duas mãos, dobrar o joelho e, não a coluna, ao pegar algo no chão e dormir de lado com um travesseiro entre as pernas são medidas importantes na prevenção de dores na coluna.

Lembre-se: faça exercícios recomendados por um profissional qualificado e especialista em gestantes. Atividades programadas por profissionais  não capacitados podem ter efeito contrário. A hidroginástica e a caminhada são atividades recomendadas para as futuras mamães.

  Quiropraxia - Existe ainda um tratamento alternativo chamado Quiropraxia, reconhecido pela Organização Mundial da Saúde. Ainda pouco conhecido no Brasil, a técnica pode evitar e tratar as dores na coluna da gestante.

"As técnicas de Quiropraxia visam ajustar corretamente o posicionamento ósseo para não haver dores nem lesões e ainda proporcionar o funcionamento correto do corpo e dos órgãos ao longo das mudanças durante a gravidez", diz Luis Maestro, diretor de clinica de Quiropraxia e criador de um programa específico para gestantes – "Programa Mamãe sem Dores".

O ideal é a prevenção das dores de coluna, mas ao aparecimento de qualquer dor durante a gestação, procure seu médico e peça orientações de como proceder sem causar mais danos à sua saúde e a do bebê.

Dicas

Evite ficar em pé durante muito tempo e saltos altos. Já não basta o peso extra agora com o bebê, é inadmissível que a mamãe se equilibre em salto alto.

Se trabalhar sentada, levante a cada meia hora e faça uma caminhada. Atividade física é fundamental para deixar os músculos preparados para enfrentar a gravidez. Mas não precisa virar atleta.

Eleve as pernas sempre que se sentir muito cansada. Facilita na circulação sanguínea.

Fonte: Faça Fisioterapia