sexta-feira, 19 de abril de 2013

Os cuidados com as mãos em cada idade



Se as mãos não forem cuidadas, elas podem dar pistas sobre quantos anos você tem. 
Conheça os hidratantes, séruns e lasers específicos para cada fase da vida

Assim como o rosto, as mãos também precisam de produtos especiais. Afinal, esta parte do corpo, 
quando não bem cuidada, é capaz de denunciar a idade que você tenta esconder. 

Confira uma seleção de dicas para cada fase da vida e exiba mãos mais bonitas.

20 anos

Proteger o dorso das mãos é um hábito que deve ser incorporado à rotina: os raios solares têm ação 
cumulativa e são os principais responsáveis pela flacidez e pelas manchas futuras. 
Escolha um produto com FPS 30, no mínimo, e prefira uma formulação sequinha e à prova d'água, 
que não irá escorrer nem incomodá-la. Reaplique o protetor pelo menos duas vezes ao longo do dia.

30 anos

As primeiras linhas e manchas aparecem e o ressecamento, causado pelo passar do tempo ou pelas tarefas domésticas, 
faz com que fiquem mais evidentes. É hora de aplicar, todas as noites, um hidratante altamente emoliente. 
Fórmulas ricas em glicerina, ureia e manteiga de karité são úteis. Duas vezes por semana, passe uma quantidade 
mais generosa e potencialize a absorção usando luvas de algodão por algumas horas.

40 anos

Suas mãos começam a revelar a idade. Para combater linhas, manchas e flacidez, aplique um soro antioxidante antes 
do filtro solar - ele ajuda a anular o efeito nocivo do sol e evitar mais danos. "À noite, alterne o hidratante com um creme que inclua retinol", 
diz a dermatologista Paula Bellotti, do Rio de Janeiro. "O ativo acelera a renovação celular e minimiza as imperfeições."

50 anos +

A perda de gordura sob a pele e a diminuição de colágeno na derme podem tornar ossos e veias mais visíveis. Aplicações de 
preenchedores com ácido hialurônico, feitas pelo dermatologista, atenuam o problema. Injeções de complexos hidratantes 
contribuem para rejuvenescer o aspecto. Manchas acentuadas são combatidas com laser Nd:YAG ou fracionado. 
Em casa, opte por um creme hidratante e clareador.

Ajuda extra

Mãos mais bonitas em quatro passos simples
 
· Use luvas de algodão revestidas de látex ao lavar louça. Os detergentes removem a oleosidade natural da pele e a deixam mais frágil. 
As luvas de látex puro podem, por outro lado, provocar alergia. Escolha um modelo que seja de algodão por dentro e as mãos ficarão duplamente protegidas.

· Não abuse de sabonetes antibacterianos. A utilização contínua costuma levar ao ressecamento. Ao lavar as mãos, a água deve estar morna, jamais quente.

· Para tirar o esmalte, prefira um removedor mais suave, livre de acetona. A substância resseca e enfraquece as cutículas. 
Os que vêm em forma de lencinho costumam ser adequados.

· Utilize álcool gel apenas quando necessário. O uso ininterrupto pode gerar ressecamento, coceira e vermelhidão.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Pilates para dor nas costas alivia desconforto causado pelo salto



Sapato de salto alto é elegante, mas o uso constante pode resultar em dores nas costas, pés, pernas e tornozelos. 

Quem passa boa parte do tempo em pé ou enfrenta calçadas desniveladas com salto pode sofrer uma série de compensações na pelve (a anteversão), nos joelhos (a hiperextensão) e no tornozelo (a flexão plantar), gerando  alterações de postura. 

Para diminuir o impacto do salto alto e diminuir as dores causadas por ele, os fisioterapeutas Sérgio Machado e Michel Salgado indicam o Pilates porque ele trás alívio da dor e melhora o equilíbrio muscular. Exercícios como “Running” e “Tower” visam o alongamento da musculatura posterior  da coxa e a mobilização das articulações envolvidas e, por isso, podem ajudar mulheres que usam sapato de salto alto muito tempo.

A região da sola dos pés perto dos dedos onde normalmente é feito o apoio do peso quando se está de salto alto é a região que costuma ficar dolorida e ter formigamentos. Além disso, com o uso abusivo dos saltos, os músculos do calcanhar podem ficar comprimidos e menos flexíveis e com contração da panturrilha pode haver encurtamento muscular. Machado e Salgado afirmam que o Pilates ajuda a combater esses problemas, trabalhando a mobilidade a articular e o alongamento dos músculos dos pés e pernas.

Fonte: Bolsa da mulher

Excesso de peso pode aumentar o risco de câncer de mama




Uma pesquisa recente da Universidade de Colorado, nos EUA, realizada com roedores, reforçou o que os médicos já sabiam: a obesidade na pós-menopausa aumenta o risco relativo do câncer de mama, que é o de maior incidência entre as brasileiras e também o que mais mata mulheres no país.

Segundo estudo do Instituto Nacional do Câncer (INCA), estima-se que em 2013 cerca de 52.680 mulheres sejam diagnosticadas com a doença.

Por isso, a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) alerta sobre a importância de uma vida saudável na pós-menopausa, aliada a uma rotina de exames, para prevenção e tratamento do câncer de mama.

O presidente da Comissão Nacional Especializada em Mamografia da Febrasgo, Paulo Mauricio Soares Pereira, explica que o tecido adiposo na pós-menopausa é o responsável pela conversão periférica do estrogênio e a atuação deste no tecido mamário aumenta a proliferação celular, uma das condições necessárias para o desenvolvimento das neoplasias, ou seja, células do câncer. “A busca pela saúde e por uma melhor qualidade de vida deve ser constante, independente da faixa etária”, diz.

Segundo o presidente da Comissão Nacional Especializada em Mastologia da Febrasgo, Afonso Celso Pinto Nazario, o fator obesidade gera um aumento em torno de 1,2%. Ou seja: se o risco em uma determinada população é de 100 casos para cada 100 mil mulheres, em obesas na pós-menopausa passa a ser de 120 casos para cada 100 mil mulheres.

“O estilo de vida saudável, que se constitui no tripé alimentação balanceada, prática regular de atividade física e controle do stress físico-emocional, ao diminuir a ansiedade e depressão, pode contribuir para reduzir o risco de câncer de mama”, afirma.

Por ser uma doença decorrente de diversos fatores interligados, não existe uma única medida preventiva para o câncer de mama. Mas o Dr. Afonso Nazario reforça que a principal arma ainda é a detecção precoce por meio de mamografia anual a partir dos 40 anos. Ao ser diagnosticado em fases iniciais, as taxas de cura podem chegar a até 95%. E o melhor, com tratamentos pouco agressivos e mantendo o aspecto estético das mamas.

“Mesmo com informações disponíveis, muitas mulheres deixam de fazer a mamografia com a periodicidade necessária por não apresentarem sintomas ou pela dificuldade de acesso ao exame na rede pública. É comum também as mulheres se despreocuparem da prevenção porque não têm nenhum parente próximo com a doença, mas isto é um erro: 90% das vítimas não possuem histórico familiar”, alerta.

Por isso, é importante que na pós-menopausa a mulher continue a ser acompanhada por um médico especialista, que saberá como identificar qualquer sinal da doença e orientá-la da melhor forma caso haja alguma alteração que coloque em risco sua saúde e sua vida.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Massoterapia equilibra e deixa o corpo em forma




Nestes tempos de correria, trânsito e alimentação errada, o melhor método para aliviar a tensão é a massagem. Além de diminuir o estresse e proporcionar a sensação de bem-estar, ela trás benefícios para o organismo como um todo, ajudando a manter o corpo em forma.

Massagem modeladora

A massagem é grande aliada na luta contra a gordurinha localizada que se concentra principalmente na barriga, coxas e quadris. Uma boa solução é a massagem modeladora, que esculpe o corpo e reduz medidas sem a utilização de aparelhos. A técnica da massagem modeladora é baseada em movimentos rápidos e intensos, quebrando a gordura manualmente.

Drenagem linfática

A drenagem, a queridinha das mulheres, é um método de massagem realizado com pressões suaves, lentas e relaxantes, drenando os líquidos acumulados no organismo.

Agindo como "coletora de lixo" do nosso corpo, a drenagem melhora o funcionamento do intestino, funcionamento renal e vascular, evitando as indesejadas varizes ou vasinhos. Lembrando que a drenagem não deve doer nem deixar hematomas, deve ser delicada, precisa, deve agir e não machucar,  atuando na circulação, ou seja, ela age limpando as impurezas e "sujeirinhas", eliminando tudo isso pelo sistema urinário e causando bem-estar.

A drenagem pode demorar até 3 dias para fazer efeito em uma pessoa que não faz o procedimento como rotina. Como ela trabalha como desintoxicação, leva uns 3 dias para fazer efeito, por isso é indicado no início fazer duas vezes por semana e depois manter o procedimento uma vez na semana.

A massagem pode ser feita por qualquer pessoa, mas é claro, se for realizada por um profissional qualificado, como um massoterapeuta, que está preparado para utilizar estas técnicas manuais trará um grande benefício não só esteticamente como no controle da dor nas costas, câimbras, dores de cabeça.

As massagens são excelentes recursos quando usadas de forma correta. Minha técnica é a união da massagem relaxante, drenagem e modeladora, uma está totalmente ligada à outra. Todos nós estamos sujeitos a ganhar peso e inchar, para que isso não aconteça, devemos estar relaxados e nos sentindo bem com nosso organismo e desintoxicados. É uma bola de neve, estando sadios, estaremos relaxados e assim conseguiremos manter o peso e a saúde, diminuindo nas mulheres a TPM, o nervosismo e ansiedade do dia a dia.

Então se você está com retenção de líquidos, ou quer manter a saúde e a boa forma, vale a pena recorrer a massagem, sendo também importante associar as sessões com exercícios regulares e alimentação saudável.

Fonte: Bbel

Por que as mulheres têm culotes?



Culote é o acúmulo de gordura nas laterais dos quadris. Esse mal afeta milhões de mulheres em toda parte do mundo e pouquíssimos homens, em proporção (somente aqueles que sofrem de obesidade mórbida). E o que fazer? A lipoaspiração resolve os casos mais graves. O bom senso e algumas dicas de se vestir podem ajudar também.

Mulheres com culotes grandes geralmente têm corpo em formato de pêra (pois lembra a fruta): tronco estreito e abdômen avantajado. A não ser que esteja obesa, quando tudo ganha volume, quem tem culotes grandes tem pouco peito.

Alguns tipos de peças devem ser eliminados dos armários das mulheres com culotes:

- Calças com pernas afuniladas: elas se estreitam em direção ao tornozelo aumentando os quadris (já avantajados).

- Calças com pernas retas: a largura da barra não compensa a da cintura, destacando os quadris.

- Calças capri: o tamanho curto destaca mais os quadris. Se os tornozelos forem finos, então, acentuam ainda mais os culotes visualmente.

- Saia com corte enviesado: o tecido gruda nos quadris e nas pernas, destacando as cadeiras.

- Casacos e blazers curtos e com recortes: os detalhes terminem na altura dos quadris.

- Blusas e agasalhos cache-coeur ou transpassadas: elas desviam o olhar do peito para os quadris, assim como os cardigãs compridos, que terminam exatamente na altura dos culotes.
Dica: deixe de lado para sempre as calças com detalhes exatamente localizados na cintura, como passantes de cinto, rebites, bolsos e outros.
Mulheres com culotes conseguem um belo efeito, ou seja, consegue diminuí-los visualmente, vestindo:

- Calça boca-de-sino: a largura da barra compensa a da cintura. Mas não serve aquelas justas nos quadris.

- Pantalonas: a caída do tecido solto oculta a protuberância.

- Saias com cortes evasê e da linha “A”: o diâmetro da saia aumenta da cintura em
direção aos tornozelos, disfarçando a protuberância lateral das pernas.

- Casaco sete-oitavos com abertura evasê: provocam o mesmo efeito da saia com corte “A”.

- Casaco sete-oitavos com lapela grande: a abertura nos ombros equilibra a largura dos quadris.


quarta-feira, 27 de março de 2013

Fibromialgia: tire suas dúvidas e saiba como os médicos fazem o diagnóstico da doença



Uma dor crônica e difusa ataca músculos, articulações, ligamentos e tendões. A sensação é de peso, aperto, facada, fisgada ou queimação, e o paciente fica confuso porque

nem consegue entender de onde exatamente o incômodo vem. Assim, é comum dizer que dói tudo. As suspeitas, então, começam a transitar entre doenças degenerativas, distúrbios glandulares, inflamações, problemas ósseos... São pelo menos sete anos de sofrimento até encontrar alívio, segundo pesquisas que estimaram o tempo entre os primeiros sintomas e o tratamento da fibromialgia, mal que acomete quase 5 milhões de brasileiros, a maioria mulheres – são oito para cada homem.

A última pesquisa, divulgada em novembro pela Sociedade Brasileira de Reumatologia, ouviu 500 pacientes atendidos em hospitais públicos e privados.

A demora em procurar auxílio foi de cerca de dois anos e meio. “A paciente alega que é forte e só vai ao médico quando a dor fica intolerável”, diz o reumatologista Eduardo Paiva,

chefe do Ambulatório de Fibromialgia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal do Paraná. Aí tem início uma longa peregrinação que consome, em média, cinco anos. O Harris Interactive,

instituto americano de pesquisa, entrevistou 904 pessoas no Brasil, no México e na Venezuela, sendo 300 pacientes e 604 clínicos gerais, reumatologistas, neurologistas e psiquiatras.

A conclusão, publicada no ano passado, é que o fibromiálgico consulta, em média, sete especialistas até chegar ao tratamento correto. O atraso é atribuído à falta de informação dos pacientes (70% nunca ouviram falar da síndrome) e dos médicos (84% reconheceram que ainda não estão familiarizados com ela).


Um jogo de xadrez


A fibromialgia foi descrita e nomeada só em 1990. O complicador para sua identificação é que os pacientes mantêm aparência saudável e os exames apresentam resultados normais.

Isso porque não há um teste específico, um marcador no sangue ou na urina que aponte a presença dela. As pesquisas por meio de imagens (radiografias e até ressonância magnética)

também não detectam alterações.

Elas só aparecem em tomografias por emissão de pósitrons, capazes de flagrar o cérebro funcionando em tempo real – aí as partes encarregadas de interpretar o estímulo doloroso revelam-se muito mais ativas que o habitual.


Mas esses exames não são rotineiros e só podem ser feitos em grandes centros de pesquisa. É comum então parecer que não há nada de errado. Assim, familiares, amigos e até médicos

começam a achar que é “psicológico”, “um exagero”, “um pedido de atenção”. “Minha mãe me chamava de Maria das Dores desde que eu era criança. Uma hora era a coluna, depois a perna ou o pescoço”, conta a professora paulista Suely Colalto, 54 anos, casada, dois filhos. O motivo das queixas só foi descoberto décadas depois. “Tive fortes dores no peito e fui internada com suspeita de infarto.

Passei dois dias sob investigação, mas não acharam nada. Até que um médico suspeitou de fibromialgia. Enfrentei mais dois anos de dores até acertar o tratamento.”


O diagnóstico é como um jogo de xadrez. Segundo Paiva, é preciso excluir doenças graves que provocam sintomas semelhantes, como hipotireoidismo, distúrbio em que a glândula tireoide opera em ritmo lento, e artrite reumatoide, em que o sistema imunológico ataca as articulações. Até a carência de vitamina D pode gerar um quadro similar. “O diagnóstico requer muita conversa e um bom exame físico, o que demanda tempo”, diz ele. “E os pacientes têm pressa.”


Dois medicamentos foram aprovados para controle da fibromialgia: o antidepressivo duloxetina e o neuromodulador pregabalina. Apesar de ambos atenuarem a sensação desconcertante da doença, o primeiro é mais indicado para quem tem depressão; e o segundo, formigamentos e queixas de sono não repousante. Conforme os sintomas, podem ser prescritos outros antidepressivos. Afinal, cada caso é único.

Tanto que, para tratar problemas associados à doença, os médicos podem prescrever também relaxantes musculares (tizanidina) ou indutores de sono (zolpidem), analgésicos comuns (paracetamol) e opiáceos (tramadol).

“Mas todos os medicamentos provocam efeitos colaterais, em maior ou menor grau, e só devem ser usados com rigoroso acompanhamento médico”, diz Evelin. Um erro comum do paciente é tomar anti-inflamatórios,
como os corticosteroides, que são desaconselhados. De qualquer modo, tomar remédios não basta. É necessário mudar o estilo de vida. Parar de fumar, por exemplo. O cigarro, já comprovou uma pesquisa da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, piora os sintomas.


Atividade física: uma aliada importante


A atividade física é vista como aliada. Em estudo da Universidade Georgetown, em Washington, seis semanas de exercícios aeróbicos melhoraram a dor e a memória de mulheres com o mal.

Praticar, porém, requer ajuste fino. “Se passar da conta, pode induzir a mais dor e, se for de menos, não adianta”, avisa Paiva. Os exercícios mais indicados são os aeróbicos moderados, como natação e caminhada. Já os de alongamento (hidroginástica, ioga, pilates) aliviam a tensão do corpo, que agrava a dor. E os de fortalecimento muscular são benéficos somente para alguns pacientes.

O programa ideal, portanto, é individualizado e acompanhado por fisioterapeuta ou professor de educação física que conheça a doença. Como o stress é notório desencadeador de crises, técnicas para reduzi-lo,
como relaxamento e todo tipo de suporte psicológico, são bem-vindas.

A terapia cognitiva comportamental (TCC) se destaca por redirecionar o foco dos pensamentos. “Em geral, o paciente é perfeccionista e tende a olhar as coisas pelo lado negativo”, diz Paiva. “A terapia ajuda a ver o mundo de outro modo, a se poupar diante de situações que deflagram a dor e a criar estratégias para lidar melhor com ela.”

Pelo consenso de 2010, a fibromialgia não justifica o afastamento do emprego. Mas não é o que pensam os pacientes. No estudo do Harris Interactive, 73% responderam que a qualidade do trabalho
foi deteriorada pela síndrome, com prejuízos para a carreira e a renda familiar.

A funcionária pública Sandra Santos, 50 anos, é fundadora da Abrafibro, associação que reúne 1 360 pessoas com esse problema nas redes sociais. Ela tem fibromialgia associada a hérnia de disco.

Dores lancinantes na coluna, pernas, braços e cabeça a obrigaram a se licenciar. Só voltou por imposição do INSS, mas vivia na enfermaria. Teve de entrar na Justiça para renovar a licença.

Sua ONG luta para que a doença seja considerada incapacitante. “Há níveis diferentes de dor e sintomas, e alguns pacientes não saem da cama”, justifica.

Fonte: Claudia

7 dicas para turbinar sua memória e melhorar sua qualidade de vida




Esvazie a mente

Meditar provoca mudanças em regiões do cérebro associadas à memória, diz estudo americano do Massachusetts General Hospital.
Ao avaliar imagens cerebrais de praticantes, os cientistas viram que essas áreas tornaram-se mais densas. Além de ganhos cognitivos, a técnica de esvaziar a mente gera bem-estar. Os benefícios foram notados após oito semanas, com sessões diárias de 27 minutos.
Não sabe meditar? Aprenda já!


Seja saudável

Bons hábitos, como não abusar de álcool e dormir bem, ajudam a preservar as funções cerebrais. Pesquisa da Universidade de Washington, em St. Louis, nos Estados Unidos, mostrou que não só a quantidade mas a qualidade do sono pode afetar a memória.

Já um estudo espanhol testou universitários de dois grupos, um de bebedores e outro de abstêmios.
Os primeiros apresentaram redução na capacidade de aprender novas informações transmitidas verbalmente.


Desafie o cérebro

Aprenda um idioma, um instrumento musical, uma técnica artística...

Ampliar a reserva funcional do cérebro é essencial para estimular os neurônios e a memória.
Mas não basta aprender uma nova função. "O grande lance é usar tal mecanismo sistematicamente",
diz o médico Fernando Pinto. Então, não perca a chance de oferecer sempre situações desafiadoras para si mesma, como viajar para um lugar em que nunca pisou ou provar sabores inéditos.


Mexa o corpo

Ao praticar atividade física, você faz o coração trabalhar e, assim, reduz o risco de desenvolver problemas cardiovasculares — que podem levar à deficiência da memória.
"Pessoas que têm pequenos e silenciosos derrames apresentam falta de massa encefálica,
essencial para um bom desempenho do cérebro", explica o neurocirurgião Fernando Gomes Pinto, chefe do Grupo de Hidrodinâmica Cerebral do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Mães, aproveitem

Motivo extra para celebrar a maternidade: apesar de mais cansadas, as mulheres se lembram de mais coisas quando se tornam mães.
Pesquisa da Carlos Albizu University, em Miami, nos Estados Unidos, comparou a memória de um grupo com filhos pequenos e outro sem filhos.
O primeiro conseguiu recordar mais itens em um teste. Ocorre que, embora possa ficar comprometido durante a gestação, o cérebro se reorganiza após o parto, privilegiando a memória.


Devore livros

"Ler supera qualquer outro exercício intelectual para a memória", afirma o neurocientista Ivan Izquierdo, diretor do Centro de Memória da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.
Segundo explica em seu livro

Memória: o cérebro é levado a fazer um enorme e rápido scanning cada vez que uma letra é lida. Não há, portanto, nenhuma atividade nervosa que exija tanto em tão pouco tempo.


Vá de vitamina B12

Um estudo conduzido no Centro Médico da Rush University, em Chicago, nos Estados Unidos, revelou que adultos com deficiência dessa vitamina são mais propensos a ter menor volume cerebral e falhas cognitivas do que aqueles com níveis adequados da substância.

Para garantir uma quantidade satisfatória de B12 no organismo, consuma regularmente peixe, carne, frango, ovos, leite e seus derivados.


Coma vegetais

Seu cardápio deve ser farto em vegetais, em especial cenoura, pimentão e aipo. Cientistas da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, concluíram que a luteolina, presente nesses alimentos, melhora a saúde cognitiva, pois diminui a produção de substâncias inflamatórias no cérebro. Rodney Johnson, responsável pelo estudo, afirma que as inflamações são grandes causadoras de problemas de memória — além de outros males, como depressão e sonolência.


Cuide das curvas

Mais um ponto contra a obesidade: as pessoas mais rechonchudas estão mais sujeitas a perder a capacidade cerebral e a memória do que as magras.

Um estudo realizado na Universidade College London, na Inglaterra, revelou que o excesso de peso acelera a velocidade com que as funções cognitivas se deterioram.

Os cientistas, no entanto, ainda não sabem como explicar essa relação.

Fonte: Claudia