sexta-feira, 15 de março de 2013
Correr descalço também pode causar lesões
Quando o Dr. Douglas Brown, radiologista da cidade de Orem, Utah, observou o recente aumento no número corredores descalços com problemas nos pés e no calcanhar, eles se perguntou se haveria uma relação entre a corrida sem calçados e as dores nos pés. Mas como não encontrou estudos científicos que examinassem o assunto, Brown sugeriu a Sarah Ridge, professora de ciência do exercício da Universidade Brigham Young, em Provo, e estudiosa das lesões esportivas causadas por impacto, que realizasse um estudo sobre o tema.
O estudo foi publicado mês passado no periódico Medicine & Science in Sports & Exercise e provavelmente aumentará a controvérsia em torno dos benefícios de se correr descalço ou com calçados minimalistas, espécie de sapatilha para corrida sem amortecimento. Correr descalço reduz o risco de ter dores e desenvolver lesões, como acreditam seus entusiastas? Ou correr descalço apenas contribui com o desenvolvimento de um grupo diferente de lesões em certos corredores?
Para descobrir a resposta, Ridge iniciou sua pesquisa recrutando 36 corredores experientes, de ambos os sexos, que corriam de 24 a 48 quilômetros por semana usando tênis normais de corrida. Os participantes foram levados até Brown, que os submeteu a um exame inicial de ressonância magnética dos pés e da panturrilha, para verificar se tinham alguma lesão ou outro problema.
As pessoas que acreditam na eficácia da corrida sem tênis geralmente chamam atenção para o fato de que, antes da invenção dos calçados, os seres humanos passaram milênios correndo e caminhando descalços. Eles argumentam que estar descalço é natural para o ser humano e que essa prática regeneraria lesões antigas, relacionadas ao uso dos tênis de corrida, e evitaria futuras lesões.
Evidências sem comprovação científica, algumas apresentadas por médicos, indicam que certas pessoas passam a ter dores e desenvolvem lesões totalmente diferentes ao aderir à corrida sem tênis.
De acordo com as ressonâncias magnéticas realizadas no início do estudo, as quais foram analisadas por diversos radiologistas, os pés e as panturrilhas dos voluntários estavam normais.
O grupo foi dividido em dois: metade dos participantes deveria continuar correndo da forma como sempre correu, percorrendo a mesma distância e usando seu tênis habitual, e a outra metade recebeu um par de sapatilhas de cinco dedos Vibram, as quais eles deveriam incorporar ao treino gradualmente, usando-as ao longo de determinado percurso. Eles deveriam usar as sapatilhas para percorrer a distância de 1,6 quilômetros na primeira semana e 3,2 km e 4,8 km na segunda e na terceira semanas, respectivamente. Após esse período, eles poderiam usar as sapatilhas o quanto quisessem – essa era a recomendação no site da Vibram em 2011, quando o estudo foi realizado.
Passadas 10 semanas, os dois grupos de corredores realizaram uma segunda ressonância magnética. Nenhum dos corredores apresentou lesões ou alterações nos tecidos da panturrilha, como o tendão de Aquiles. Mais da metade dos corredores que usaram as sapatilhas, porém, apresentaram sinais de início de lesões nos ossos dos pés.
Especificamente, a maioria desenvolveu edema de medula óssea no osso do pé, um acúmulo de líquidos semelhante ao que ocorre nas contusões. Os radiologistas classificaram o edema usando uma escala de 0 a 4, em que 0 significava ausência de edema e 1 significava um pequeno dano ao osso causado pela simples movimentação e pela ação de levantar o pé. Edemas desse grau são evidências de salubridade, sinais de que o osso está respondendo ao treinamento e ficando mais forte.
A maioria dos corredores do grupo de controle, os que usaram seus tênis habituais, teve edemas de nível 1 no pé todo.
Mas a maioria dos corredores que usaram sapatilhas desenvolveu ao menos um edema de nível 2, 'o que indica uma lesão inicial de osso', afirmou Ridge, e três tinham sinais de um edema de osso mais extenso, de nível 3, que constitui uma lesão real.
Dois tiveram até fraturas por estresse completas ou edemas de nível 4, uma mulher teve um edema no osso do calcanhar e um homem no metatarso, um dos ossos compridos do pé.
Ao final de 10 semanas, quase todos os corredores que usaram as sapatilhas estavam correndo poucos quilômetros 'provavelmente porque sentiam dor no pé', afirmou Ridge.
Não se sabe ao certo por que alguns corredores do grupo que usou as sapatilhas desenvolveram problemas sérios nos pés enquanto que outros não tiveram problema algum. Nesse momento, porém, Ridge está analisando dados adicionais sobre a distância percorrida pelos voluntários, sua forma de correr, peso corporal e outras variáveis.
'Esperamos verificar se alguns dos corredores, por razões biomecânicas ou outros fatores', parecem predispostos a desenvolver lesões nos pés ao mudar para a corrida sem tênis e 'talvez não devessem' passar a correr com as sapatilhas, afirmou.
Ela espera ter feito descobertas para serem publicadas no terceiro trimestre deste ano.
Esses resultados não são um sinal de que todas as pessoas que optam pelas sapatilhas ou por correr descalças estejam deixando brechas para lesões, afirmou Ridge.
'Mas eu diria a todas as pessoas que querem experimentar' correr sem o tênis normal 'para serem extremamente cautelosas durante o período de transição'. Em seu estudo, a substituição inicial do tênis de corrida habitual pelas sapatilhas durante apenas um quilômetro e meio 'foi provavelmente uma distância muito grande', afirmou. Por isso, vá com calma.
Correr descalço pode ter sido natural para nossos antepassados, mas é uma experiência nova para nós, observa Ridge.
Fonte: Fisioterapia.com
O colágeno para as articulações
O colágeno faz bem para pele, cabelos, unhas e também para as cartilagens. Isso mesmo! Ele tem o poder de fortalecer as articulações do nosso corpo.
As cartilagens precisam estar bem cuidadas porque são elas que evitam o atrito entre os ossos e que as articulações, consequentemente, não sofram com inflamações.
Para que o seu corpo absorva os alimentos que contém colágeno, é importante consumir aqueles de origem animal, como ovos, carne vermelha e gelatina.
São eles que darão origem às fibras de colágenos que irão proteger o nosso corpo.
Para ajudar o corpo a transformar os aminoácidos em colágeno, você pode consumir nutrientes como as vitaminas A, C e E, zinco e selênio.
Eles podem ser facilmente consumidos com os alimentos de origem animal.
Para facilitar, aqui vai uma lista de alimentos de origem animal e de nutrientes que você pode consumir. Escolha um de cada lista, consuma-os juntos e seja feliz!
Alimentos de origem animal: carnes vermelhas, frango, peito de peru, peixes, ovos, queijo, leite e iogurte desnatado.
Alimentos fontes de nutrientes: cenoura, pepino, laranja, limão, goiaba, frutos do mar, castanha-do-pará; nozes, arroz preto; aveia, cevada e alcachofra; fígado de boi e cogumelos.
Fonte: Dicas de Beleza e Estética
quarta-feira, 6 de março de 2013
Saúde da mulher
Não é apenas a personalidade da mulher que muda ao longo dos anos. O corpo feminino também sofre diversas mudanças durante a vida. A pré-adolescência, por exemplo, é como um divisor de águas na vida de uma menina. Além do amadurecimento repentino, algumas alterações físicas como crescimento de seios e pêlos despertam curiosidade. Por isso, é importante fazer um acompanhamento com um ginecologista desde cedo.
O Papo Feminino conversou com os ginecologistas Alberto Guimarães e Flavia Fairbanks para esclarecer quais são os principais cuidados que as mulheres devem tomar em cada fase da vida.
10 aos 15 anos
“É nesta fase que alguns diagnósticos de normalidade ou de alguns transtornos já podem ser firmados”, diz Flávia. Nessa faixa etária é possível identificar alterações hormonais graves ou má-formação do aparelho reprodutor. A orientação dois pais é essencial nesta etapa. As meninas precisam saber que as mudanças são normais.
Alberto ressalta que se deve prestar atenção no contato com as outras pessoas, pois o olhar muda devido às “alterações mais evidentes”. Primeira menstruação e início da vida sexual são as questões mais frequentes nessa idade. “Orientações de proteção e cuidados com higiene íntima são o básico”, diz Alberto.
16 aos 29 anos
“É a fase na qual a mulher está na sua plenitude sexual e reprodutiva”, classifica Alberto. As doenças sexualmente transmissíveis e a gravidez indesejada lideram a lista das preocupações femininas nesta etapa. Por isso, Flávia explica que os exames de sangue, o papanicolau, o exame das mamas e o ultrassom são importantíssimos.
Além disso, a vacinação contra o HPV (Humam Papiloma Vírus) pode evitar que as mulheres contraiam o vírus, que é o principal responsável pelo câncer de colo de útero. Para se certificar de que está tudo bem, “deve-se realizar os exames de rotina uma vez ao ano”, recomenda Alberto.
30 aos 40
A maioria das mulheres decide começar uma família nesta fase. Sendo assim, a gravidez se torna o foco principal. O Dr. Guimarães destaca que ter uma boa qualidade de vida é principal fator que contribui para uma gravidez tranquila. Prática de exercícios físicos regularmente e boa alimentação podem evitar o surgimento de complicações. Segundo Flávia, a primeira mamografia da mulher deve ser feita também nesta etapa!
Dos 40 em diante
O tormento das mulheres nesta fase se resume em mudanças constantes de humor e temperatura que podem ser sinais da menopausa. O corpo começa a mudar por dentro e, diferentemente do que acontecia antes, nem sempre as mudanças se refletem fisicamente.
Além das preocupações normais e das idas anuais ao ginecologista, outros problemas de saúde podem aparecer. Flávia destaca a necessidade de “checar a presença de diabetes, hipertensão arterial e osteoporose”. Ela recomenda exame proctológico, exame de fundo de olho, densitometria óssea e ultrassom pélvico. O acompanhamento é a melhor maneira de fazer a prevenção e evitar grandes problemas.
Cuide-se!
Fonte: Papo Feminino
É hora de fazer um checkup
Você sabia que as mulheres apresentam maior incidência de doenças crônicas do que os homens? O alerta foi dado pelo oftalmologista Claudio Lottenberg no primeiro Seminário LIDE de 2013, promovido pelo LIDE MULHER - Grupo de Mulheres Líderes Empresariais, do Grupo Doria, evento que contou com o apoio de BOA FORMA. "Depressão, doenças autoimunes, asma e dores abdominais são os maiores problemas", diz Claudio, que também presidente do Hospital Israelita Albert Einstein e do LIDE SAÚDE.
De acordo com Lottenberg, as mulheres vão ao ginecologista com frequência, mas pecam no cuidado com o resto do corpo, principalmente o coração. "As doenças cardiovasculares são a maior causa de mortes nas brasileiras", diz o especialista, que também comenta sobre a importância dos exames para prevenção do câncer. "A incidência de câncer de mama, pulmão, cólon e reto vêm tendo um aumento progressivo", complementa.
Claudio disse que o caminho é saber equilibrar trabalho e vida familiar. "Saúde é muito mais que ausência de doença. Uma pessoa é saudável quando consegue harmonia entre os aspectos físico, emocional, intelectual, ambiental, espiritual, ocupacional e social", explica. Em geral, as mulheres costumam dedicar maior tempo ao marido e aos filhos e se esquecem de cuidar de si. Que tal parar um tempinho, reavaliar como andam os seus cuidados e dar mais atenção à sua saúde? Fica a dica!
Fonte: Boa Forma
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Barriga chapada em 10 dias é possível
Alimentação, exercício e bom funcionamento intestinal são as armas mais poderosas para eliminar os centímetros a mais
Abandonar a canga na praia, apostar naquela calça de cintura baixa ou exibir a barriga em uma blusa mais curtinha. O verão favorece todas essas situações e quem quiser acabar com os pneuzinhos em vez de desfilá-los por aí tem três conselhos básicos para seguir: dieta restritiva, exercícios e intestino funcionando regularmente. Para alcançar o objetivo, os especialistas são categóricos: chapar a barriga em apenas 10 dias é possível, mas exige disciplina.
O primeiro passo é excluir da dieta frituras, doces e bebidas gasosas, como os refrigerantes. Eles estufam a região abdominal e ajudam na concentração de gordura ruim. Evitar o consumo de carboidratos durante uma semana também é eficiente, principalmente se o objetivo tem de ser alcançado em curto prazo. O corpo passa a usar o estoque de energia acumulada em forma de gordura.
Mas se alguns alimentos podem prejudicar o sonho da barriga lisinha, outros podem contribuir para que esse desejo se torne realidade. “Em especial onze ingredientes podem te levar ao abdome perfeito”, afirma David Zinczenko, em seu livro “A Dieta do Abdome” (Ed. Sextante).
Amêndoas, ovos, cereais integrais, aveia instantânea, azeite extravirgem, verduras (como espinafre, rúcula, alface-romana), frutas vermelhas (morango e mirtilo), feijões, laticínios (desde que com pouca gordura, como leite desnatado e queijo cottage), proteína em pó e carnes magras (como peito de peru) compõem a lista de alimentos que não podem faltar no seu dia a dia. Porém é preciso seguir restritamente o horário: são cinco refeições (café da manhã, lanche, almoço, lanche e jantar). “Ao manter sempre abastecida a fornalha de queima de gordura com os alimentos certos e na hora certa, você vai ensiná-lo a queimar o volume na sua barriga rapidamente”, garante Zinczenko.
Prestar atenção ao que você bebe também é importante para diminuir a retenção de líquidos. “Substitua as bebidas alcoólicas e açucaradas por chás como o verde, hibisco e sucos detox ”, aconselha Andrea Frias, nutricionista e coordenadora do Centro de Pesquisas Sanavita. Evitar alimentos ricos em sódio e tomar cuidado com o uso do saleiro também são duas dicas essenciais. “O sal provoca retenção de líquidos, promovendo edemas, inchaços e piorando a celulite”, completa Andrea.
Facilitar o trânsito intestinal é tão importante quanto reduzir a gordura corporal. Para isso, o ideal é apostar nos grãos como linhaça, aveia, e em frutas como mamão e ameixa. “Estimule seu intestino a trabalhar bem, consumindo alimentos ricos em fibras, prebióticos e probióticos ”, diz a nutricionista.
Além da alimentação, para conquistar resultados de forma rápida é preciso colocar o corpo em movimento. “O que resolve mesmo é a prática de atividade física regular e uma alimentação saudável e equilibrada”, garante o educador físico Rodolpho Súnica, do Spa Sorocaba.
Todos os exercícios, quando combinados com uma alimentação adequada, trazem benefícios, principalmente os aeróbicos, como andar, nadar, pedalar, aliados aos exercícios resistidos. Mas nada de preguiça, é preciso pegar firme na malhação cinco vezes por semana, indica Súnica. Os abdominais, no entanto, ajudam a fortalecer os músculos da região, mas não são eficazes para reduzir a gordura. “Os exercícios abdominais são fundamentais para melhora dos músculos da parede abdominal. Para diminuir a barriga não”, diz ele.
Confira abaixo outras seis atitudes que podem ajudar a reduzir o abdome:
- Não coma rapidamente, isso favorece o acúmulo de gases no abdome
- Postura correta evita que a barriga se projete para a frente
- Evite beber líquidos durante a refeição: eles contribuem para a fermentação dos alimentos
- Cuidado com o estresse. Ele libera cortisol, hormônio que leva o corpo a estocar gordura
- Beba bastante água . Hidratar-se corretamente ajuda a evitar a retenção de líquidos
- Durma o suficiente para descansar. Estudos já confirmaram a relação entre privação de sono e maior consumo de junk food
Fonte: Delas IG
Falta de sono gera alterações dramáticas no corpo
Uma pesquisa britânica trouxe novas descobertas sobre como noites mal dormidas podem causar efeitos prejudiciais à saúde e ao funcionamento do corpo humano.
Doenças cardíacas, diabetes, obesidade e problemas cerebrais são alguns dos problemas ligados a poucas horas de sono.
Segundo os pesquisadores da Universidade de Surrey, a atividade de centenas de genes foi alterada quando as pessoas estudadas dorminam menos de seis horas por dia durante uma semana.
Os cientistas analisaram o sangue de 26 pessoas depois que elas tiveram uma longa noite de sono, até dez horas por noite durante uma semana, e compararam os resultado com amostras retiradas depois de uma semana com menos de seis horas por noite.
Mais de 700 genes foram alterados pela mudança. Cada gene traz instruções para a construção de uma proteína. Os que ficaram mais ativos produziram mais proteínas, mudando a química do corpo.
O funcionamento do relógio biológico também foi perturbado com a mudança. As atividades de alguns genes, no decorrer do dia, aumentam e diminuem naturalmente, mas este efeito foi prejudicado pela falta de sono.
"Houve uma mudança dramática na atividade em diferentes tipos de genes", disse à BBC o professor Colin Smith, da Universidade de Surrey.
"O sono tem uma importância crítica para a reconstrução do corpo e a manutenção do estado funcional, todos os tipo de de danos parecem ocorrer (devido à falta de sono), sugerindo que pode levar a problemas de saúde."
"Se não conseguimos regenerar e substituir células, então, isto vai levar a doenças degenerativas", acrescentou.
A pesquisa foi publicada na revista especializada Proceedgins of the National Academy of Sciences.
Mais afetados
Colin Smith afirmou que muita gente pode dormir ainda menos horas do que as pessoas analisadas no estudo, o que sugere que estas mudanças observadas na pesquisa podem ser comuns.
Para Akhilesh Reddy, especialista em relógio biológico da Universidade de Cambridge, o estudo é "interessante".
Reddy afirma que as descobertas mais importantes foram os efeitos da falta de sono sobre inflamações e o sistema imunológico, pois é possível ver a ligação entre estes efeitos e problemas de saúde como diabetes.
As descobertas dos pesquisadores da Universidade de Surrey também podem ser relacionadas às tentativas de se descartar a necessidade de sono, descobrindo um remédio que pode eliminar os efeitos da falta de sono.
"Não sabemos qual é o botão que causas todas estas mudaças, mas, em teoria, se você pode ligar ou desligar, você também poderia ser capaz de viver sem o sono."
"Mas, o que acredito, é que o sono tem importância fundamental para regenerar as células", afirmou.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Quatro causas da celulite e a melhor forma de tratar os furinhos
Siga as recomendações de especialistas no assunto, invista em bons cremes e prepare-se para ficar linda de biquíni
Celulite é um problema que atinge a maioria das mulheres - cerca de 85% delas convivem com esses furinhos chatos. Mas existe uma maneira prática de combater esse incômodo: os cremes. Outra solução, segundo Gabriela Casabona, dermatologista do Hospital Samaritano, é analisar os motivos que causam a celulite. Confira as dicas e tome uma atitude já!
Você tem celulite por razões...
Genéticas: Observe a família. Se sua mãe ou sua avó têm celulite, suas chances de ter também são grandes.
Hormonais: Tomar anticoncepcional ou fazer reposição hormonal com estrogênio e progesterona piora a retenção de líquidos, provocando o inchaço. Se puder, procure outros tipos de tratamento.
De má circulação: O sangue deixa as toxinas e gorduras do corpo presas às células. Evite ficar na mesma posição por muito tempo.
De má alimentação e falta de exercícios: O sedentarismo faz com que a gordura localizada se acumule e a celulite apareça. Mexa-se!
Qual é o grau da sua?
Grau 1: Você só vê se apertar a pele.
Grau 2: Tem poucos furinhos.
Grau 3: A celulite é mais visível e mais profunda.
Grau 4: Muita celulite à mostra. Às vezes, a pele dói ou aparecem caroços.
Trate os furinhos já!
Primeiro, descubra o motivo pelo qual você tem celulite. Se for um fator genético, não tem jeito. Porém, você pode controlar a alimentação, fazer exercícios físicos regulares e aplicar cremes anticelulite duas vezes ao dia. A especialista Gabriela Casabona garante que, ao seguir todas essas recomendações, é possível notar uma melhora em até três meses.
O jeito certo de passar cremes anticelulite
1. Antes de aplicar o creme, massageie o local com uma escova de banho grande de cerdas macias fazendo movimentos circulares.
2. Passe o creme na região com celulite e espalhe bem.
3. Com as mãos, faça movimentos firmes de baixo para cima. Isso deixa a região quente e ajuda na absorção do produto.
4. Repita a aplicação duas vezes ao dia. Você vai ver que dá resultado!
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