terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Dor nas costas: quando se preocupar?



A dor nas costas não é uma doença por si só, mas sim um sintoma. Seu aparecimento indica que algo está errado em algum lugar, embora nem sempre seja claro exatamente o quê.

Sintomas de dor nas costas são extremamente comuns, aparecendo em mais de 70 a 80% da população em algum momento da vida. Essa incidência aumenta bastante após os 50 anos de idade, geralmente relacionada à obesidade, tabagismo, falta de atividade física (sedentarismo), trabalhos pesados, entre outros fatores.

Na maioria dos casos, a causa exata do problema não é importante. A dor nas costas é um sintoma que desaparece na grande maioria dos casos e o objetivo do tratamento é aliviar a dor e garantir que você se recupere o mais rapidamente possível. Ocasionalmente, pode haver uma causa subjacente mais grave, que requer investigações detalhadas para que se decida pelo tratamento mais adequado.

A Sociedade Norte Americana de Coluna Vertebral indica 07 (sete) sinais de alerta para que o paciente procure um médico ortopedista. Se você responder que sim a qualquer uma destas questões abaixo, você deve procurar um médico ortopedista.

• Você teve dor significativa nas costas com duração maior que 03 semanas? Muitas vezes a dor desaparece com tratamentos simples, entretanto, se a dor persistir, você deve procurar um especialista em coluna.

• A dor na perna piora se você tentar erguer o joelho, bater o tórax ou girar a cintura? Se isso acontece, há uma boa chance de você ter uma hérnia de disco.

• Você teve dor forte nas costas após algum traumatismo recente? Uma queda pode lesionar sua coluna. As chances de lesão aumentam se você sofrer de osteoporose.

• A dor está se irradiando (“caminhando”) para a perna? Se, além disso, a dor é persistente e severa, é sinal de que algo está comprimindo uma raiz nervosa que emerge na coluna e distribui-se na perna.

• Você tem fraqueza ou dormência nas pernas quando caminha? Isso pode ser causado por um estreitamento do canal onde passam os nervos, mais comum em pessoas acima dos 60 anos. Isso chama-se estenose espinhal.

• Você está com problemas para evacuar ou urinar que já duram algum tempo? Esse tipo de problema pode ter várias causas, mas algumas doenças da coluna podem provocar esses sintomas.

• A dor nas costas piora quando você se deita ou lhe faz acordar durante a noite? Isso pode ser sinal de uma infecção ou outro problema, principalmente se, além disso, você tiver febre.

Para que suas costas mantenham-se sadias você pode fazer algumas coisas, como:
# Exercite-se pelo menos três vezes por semana;
# Deixe de fumar;
# Mantenha-se em um peso adequado;

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Saiba mais sobre entorse de tornozelo durante a atividade física



Conheça os graus, exames e tratamento dessa lesão

A entorse é todo movimento abrupto (com maior ou menor energia de trauma), que provoca estiramento e/ou ruptura de ligamentos de uma articulação. Essa é uma das lesões musculoesqueléticas mais encontradas na população ativa, normalmente envolvendo os ligamentos laterais do tornozelo. Ocorre com maior frequência nos atletas de corrida, futebol, basquete e vôlei, correspondendo a cerca de 10% a 15% de todas as lesões esportivas.
Incidência

No Reino Unido, ela acontece em uma a cada 10.000 pessoas da população geral, o que determina cerca de 5.000 lesões por dia. O mecanismo de lesão habitual é o de virar o pé para dentro com flexão do tornozelo para baixo, numa intensidade além do normal, que acontece geralmente ao pisar em terreno irregular ou degrau, ou ainda quando o atleta é desequilibrado no momento de uma aterrissagem após um salto.
Graus

Didaticamente a classificação de entorse de tornozelo é baseada no exame clínico da área afetada, e divide-se em três tipos:

- Grau 1 - estiramento ligamentar simples
- Grau 2 - lesão ligamentar parcial
- Grau 3 - lesão ligamentar total

O quadro clínico encontrado é de dor, com edema localizado na parte anterior e lateral do tornozelo, hematoma mais evidente após 48 horas e dificuldade para andar. Quanto mais grave a lesão, mais evidentes ficam os sinais.
Exames

Quanto aos exames complementares devemos iniciar com as radiografias simples do tornozelo e outros exames, como tomografia e ressonância magnética, quando necessário - nas suspeitas de lesões extensas dos ligamentos e/ou fraturas como também na suspeita de lesões de osso e cartilagem.

 Tratamento

O tratamento deste tipo de lesão deve ser instituído imediatamente e vai depender do grau e extensão das lesões. Nas entorses leves o tratamento é sintomático, com restrição de movimentos com imobilização removível por curto período de tempo. Nas entorses mais graves, o paciente deverá permanecer com movimentos restritos por mais tempo (14 dias ou mais), iniciando tratamento fisioterápico, que será muito importante para completa reabilitação e prevenção de instabilidades.

O atleta deve também evitar esportes com impacto, como a corrida, de quatro a seis semanas. Esportes aquáticos leves, alongamentos e fortalecimento sem o envolvimento do tornozelo estão liberados. Nos casos de fraturas o tempo de imobilização é de seis a oito semanas (a depender da fratura) ou cirurgia.

Nas equipes profissionais de futebol de basquete e vôlei, por exemplo, existe um trabalho preventivo para este tipo de lesão. Isso reduz sua incidência - que, mesmo assim, continua alta - evitando prejuízo para as equipes em momentos importantes dos campeonatos disputados.


Sete verdades sobre o jeito de se cuidar!



Pele oleosa, rosto flácido, pintas...Especialistas dão soluções para esses e outros inimigos da sua beleza

A rotina de se embelezar é determinante para que as mulheres se sintam melhor consigo mesmas. Reunimos aqui algumas das suas principais dúvidas sobre pintas, veias saltadas, oleosidade... Mas, se o problema persistir, é importante ir ao médico. Há problemas que só um especialista pode resolver.

1. É bom lavar a pele oleosa várias vezes no mesmo dia?

Não, duas vezes por dia são suficientes. Faça isso apenas de manhã e à noite. "O excesso de lavagem pode fazer o efeito contrário: estimular a produção de sebo e piorar a oleosidade", explica Lauro Rodolpho Lopes, dermatologista da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Você vai sentir seu rosto fresquinho. Não precisa ter tanta mania de limpeza, né?

2. Ginástica facial mantém o rosto firme?

Sim, porque esse tipo de exercício aumenta a circulação e fortifica os músculos da face. Estique a testa, contraia os lábios e puxe os olhos para as laterais com as mãos. Fazer isso todos os dias adia o aparecimento das rugas e a deixa parecendo mais jovem.

3. Tomar chá verde faz bem à pele? O que melhora?

Um estudo da Academia Americana de Dermatologia concluiu que o consumo diário da bebida durante dois anos ajuda a diminuir as manchas na pele provocadas pelo excesso de sol. Ele pode até ser usado também para lavar o rosto.

4. O que são as pintas brancas que aparecem nos braços?

Especialistas afirmam que elas costumam aparecer entre os 30 e 40 anos nos braços de pessoas que se expõem muito ao sol ou que têm parentes com o mesmo problema. Para evitar isso, use protetor solar.

5. Quando é a hora de começar a prevenir as rugas no rosto?

A partir dos 25 anos já é hora de começar a pensar nisso. Mas os especialistas dizem que as peles mais sensíveis e ressecadas precisam de cuidados desde um pouco antes, porque ressecam mais cedo. Beber muita água mantém a pele hidratada.

6. Como devo tratar calcanhar rachado?

O segredo é manter a pele muito bem hidratada o tempo todo. Os melhores produtos são aqueles que possuem ureia em sua composição. Se não melhorar, é importante procurar um médico. Há doenças como a psoríase e a dermatite de contato que fazem com que o pé pareça rachado.

7. Qual a diferença entre vasos e varizes?

Vasos são as veias estreitas e avermelhadas que aparecem mais nas coxas e nádegas. Varizes são veias dilatadas, que ficam bem mais grossas e esverdeadas e podem causar muita dor e inchaço. Para evitar os dois problemas é bom fazer caminhadas regularmente e não comer coisas gordurosas.


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Mitos e verdades na depilação com cera quente




Um dos métodos mais utilizados pelas mulheres para dar fim aos indesejáveis pelos das pernas, axilas, buço e virilhas, a depilação com cera quente sempre girou em torno de mitos e verdades. No entanto, apesar de muito se falar sobre os benefícios e efeitos negativos da técnica - capaz de arrancar os fios pela raiz, mas também de agredir pra valer a superfície da cútis - vale a pena lembrar que nem todas as afirmações ditas por aí condizem com a realidade.

Existem muitas lendas sobre a depilação com cera, apontam especialistas. “É essencial que as mulheres saibam os pontos fortes e fracos do procedimento para poder ficar com a pele lisa sem ter de enfrentar problemas”, ressalta Fernanda Tassara, dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e Sociedade Brasileira de Cirurgia Brasileira (SBCD).

Por isso, confira, a seguir, a relação do que é mito e verdade neste procedimento para sanar de vez todas as dúvidas e encarar sem medo a cera quente.

Agride a pele
Verdade - apesar de fazer sucesso entre as brasileiras, a depilação com cera quente agride a cútis, provocando vermelhidão e inchaço. "No processo de retirada dos pelos das regiões desejadas, a tração feita contra a pele, associada à alta temperatura, remove a camada protetora da cútis, provocando um processo inflamatório, como a foliculite e até queimaduras”, revela Fernanda.

Depilar sobrancelha e buço com cera quente provoca flacidez
Mito - ideia bastante comum entre as mulheres, depilar a sobrancelha ou o buço com cera quente não deixa a pele flácida. "Os famosos puxões da técnica agem superficialmente sobre a pele", esclarece Fernanda. Além disso, vale a pena salientar que a implacável flacidez facial é causada, normalmente, pelo enfraquecimento das fibras de colágeno e elastina que não são atingidas durante a depilação.

Dura mais que a lâmina
Verdade - ideal para as mulheres que têm pouco tempo livre, a técnica de remoção de pelos é mais eficaz do que a realizada com a lâmina. “A depilação com a cera quente tende a durar mais (em torno de duas semanas), porque tira o pelo pela raiz, ao contrário da lâmina, que apenas corta a haste do fio”, explica Fernanda.  

Provoca manchas
Verdade - quando puxada com força para remover os pelos, a cera quente agride a superfície da pele que, como forma de autodefesa, produz mais melanina - pigmento responsável por dar coloração à cútis - na região depilada, formando manchas acastanhadas.

Dilata os vasos e causa varizes
Mito - a cera quente não é a vilã da história quando o assunto é o surgimento das temíveis varizes. Isso porque, o problema, de origem genética, só aparece pela incapacidade da veia de manter o fluxo sanguíneo contínuo e de promover o retorno do sangue para o coração.

No entanto, quem tem tendência a apresentar vasinhos dilatados deve evitar o uso da cera quente, pois eles costumam ser mais superficiais e se tornarem mais sensíveis à vasodilatação, intensificada pelo calor provocado pelo procedimento.

Exposição solar deve ser evitada
Verdade - evitar a exposição ao sol até 24 horas após a depilação com cera é fundamental para a saúde e beleza da cútis, que fica mais sensível e suscetível à formação de manchas.

Cera não precisa ser descartada
Mito - sinônimo de perigo para as adeptas da cera quente, achar que os itens usados durante a depilação não precisam ser descartados podem trazer problemas sérios de saúde. “Quando fazemos o uso coletivo desse tipo de material aumentamos os riscos de proliferação das bactérias presentes na pele, além do surgimento de doenças graves como o HPV”, alerta Carla Bortoloto, dermatologista e especialista em medicina estética do Instituto de Pesquisa e Tratamento do Cabelo e da Pele (IPTCP).

Cera quente encrava os pelos
Verdade - os pelos tendem a encravar com facilidade porque, enfraquecidos, têm dificuldade de romper os canais por onde passam. Por isso, uma boa dica para evitar o encravamento é fazer esfoliações antes do procedimento.

Fonte: Terra

Pilates ajuda crianças com transtorno de Déficit De Atenção e Hiperatividade (TDAH)





São inúmeros os benefícios do Pilates para crianças com TDAH. Saiba quais são:

O TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade) é atribuído a indivíduos que apresentam desatenção e inquietude exageradas. Antes da alteração da nomenclatura médica, em 1994, o TDAH era conhecido como DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). É considerado um transtorno do desenvolvimento, distúrbio inato que o indivíduo pode carregar da infância para a fase adulta, como a dislexia e o autismo.

O TDAH é, atualmente, definido por 18 sintomas divididos em dois blocos: sintomas de desatenção e  sintomas de hiperatividade e impulsividade. Trata-se de uma doença de dimensão, ou seja, toda pessoa apresenta um grau de desatenção e inquietude, mas só é diagnosticada como portadora quando esse grau é elevado, ultrapassa a média estipulada pela medicina, e quando esses sintomas passam a prejudicar demais o indivíduo. Na infância, o TDAH pode ser detectado quando a criança:

• com frequência deixa de prestar atenção a detalhes ou comete erros por descuido em tarefas escolares e outras;
• com frequência tem dificuldade em manter a atenção em tarefas e atividades lúdicas;
• com frequência parece não escutar quando lhe dirigem a palavra;
• com frequência não segue instruções e não termina tarefas;
• com frequência tem dificuldade para organizar tarefas e atividades;
• com frequência perde coisas necessárias para tarefas ou atividade (brinquedos, lápis etc.);
• é facilmente distraída por estímulos alheios à tarefa;
• com frequência apresenta esquecimento em atividades diárias;
• com frequência agita mãos e pés ou se remexe na cadeira;
• com frequência abandona sua carteira em sala de aula ou em outras situações em que se espera que permaneça sentada;
• frequentemente corre ou escala em demasia, mesmo quando é inapropriado ao local ou situação;
• está frequentemente “a mil” ou “a todo vapor”;
• com frequência fala em demasia;
• com frequência responde precipitadamente antes de uma pergunta ter sido completada;
• com frequência tem dificuldade para aguardar sua vez;
• frequentemente interrompe ou se mete em assuntos dos outros.

Segundo o neuropsiquiatra Paulo Mattos, em entrevista à Marília Gabriela no canal GNT, o TDAH é um dos transtornos de maior influência genética apontado pela psiquiatria. Isso abre a possibilidade de que nossos antepassados sofressem do distúrbio sem serem diagnosticados. Há descrições médicas do século 19 que tratam de crianças que apresentavam comportamento diferente.

O TDAH aparece quando a criança já tem cerca de 6 ou 7 anos, quando adentra a vida escolar e tem que ficar sentada, prestando atenção na professora. Uma em cada 20 crianças não consegue se concentrar, portanto, apresentam o transtorno. Há ainda as que não apresentam hiperatividade (TDA), mais comum entre meninas, o que torna possível que o transtorno passe despercebido: elas se prejudicam por conta do distúrbio, mas não chamam a atenção porque não atrapalham a aula.

A psiquiatra Tatyane Coló ressalta ser fundamental a percepção dos pais e professores para o diagnóstico do TDAH. Ela conta que não há exames específicos para a detecção do distúrbio, somente a anamnese, entrevista realizada pelo profissional da saúde que busca relembrar todos os fatos relacionados ao transtorno e ao indivíduo acometido por ele. Coló diz ainda que a maior parte dos adultos com TDAH desenvolve medidas colaterais para lidar com o transtorno. “O indivíduo não consegue sentar e estudar. Mas, ao longo da vida, ele teve que aprender a fazer isso bem ou mal. Então, ele desenvolve ‘técnicas’ que possam ajudá-lo. Por exemplo, estuda ouvindo música, ou em silêncio absoluto, ou lê em voz alta”, explica.

Em muitos casos, o TDAH pode ser tratado com a prática de exercícios físicos aliada ou não ao uso de medicação. De acordo com a psiquiatra Tatyane Coló, a atividade física melhora a capacidade de concentração e diminui a ansiedade do indivíduo. Outros benefícios do Pilates para pessoas em tratamento:

    - aumento da autoconfiança;
    - ganho de consciência corporal;
    - melhora da postura;
    - alívio de tensões e dores;
    - aprimoramento da coordenação e do equilíbrio;
    - prevenção de lesões.

Rafaela Porto, instrutora certificada STOTT PILATES™ e coordenadora técnica da Pilates StudioFit, recomenda que as aulas de Pilates sejam feitas com profissionais qualificados e materiais apropriados para a prática. “Isso vai refletir num aumento da auto-estima e confiança. Ouvir músicas durante as aulas é uma opção que ajudará o praticante tanto na concentração da execução dos exercícios, quanto nas respostas psicológicas presentes em qualquer atividade física que envolva coordenação motora como o Pilates”, explica Porto. “O equilíbrio é restabelecido, restaurando as conexões responsáveis pela sensação de segurança ao realizar as atividades do dia-dia”, conclui a instrutora.




segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Cuidados para ter unhas saudáveis




Ter um dia da semana para ir ao salão fazer as unhas é o sonho de muitas - ou seria de todas? - mulheres. Porém, encontrar uma brecha semanal na agenda, em meio à correria do dia a dia, muitas vezes vira uma tarefa impossível. Essa é a sua realidade? Não se desespere. Selecionamos dicas preciosas de como cuidar das suas garras em casa até a próxima visita à manicure - evitando que elas ganhem um aspecto desleixado. Com poucos produtos e alguma dedicação, você exibirá mãos cuidadas e benfeitas sempre.

1. Hidratar

Quanto mais hidratadas estiverem as cutículas, menor a chance de ficarem esbranquiçadas e com pontinhas soltas. Espalhe um creme nas mãos sempre que lavá-las ou ao sentir que estão ressecadas. Também vale investir em uma cera nutritiva (que pode ser usada por cima do esmalte) para manter as cutículas macias e no lugar. Carregue-a na bolsa e aplique de três a quatro vezes por dia. "O melhor é não retirar a cutícula com alicate, e sim empurrá-la com uma espátula, removendo somente o excesso de pele", diz a a designer de unhas Katia Girotto, de São Paulo.

2. Fortalecer

Além de uma dieta rica em cálcio, proteínas e alimentos com vitamina A (como gema de ovo, leite e derivados, sardinha, couve, espinafre, entre outros), o óleo fortalecedor é outra solução para unhas fracas. Ele deve ser passado antes do esmalte para que fique em contato direto com a superfície.

3. Esmaltar

É cada vez mais difícil encontrar mulheres com as unhas in natura - leia-se sem cor nem base. Mas o recomendado é dar, pelo menos, uma semana de folga a elas para que possam se recuperar da agressão causada pelos agentes químicos dos esmaltes (que podem ressecar e levar à quebra). Importante: varie as cores na hora de pintar as unhas, já que as escuras contribuem para que elas fiquem amareladas. Nesse caso, só mesmo o crescimento fará com que elas voltem ao tom natural.

4. Lixar e polir

O ritual de lixar as unhas deve ser feito toda semana. Dessa forma, elas crescem mais fortes e saudáveis. Na hora de comprar seu acessório, prefira a versão com quatro lados. Versátil e prática, ela apresenta diferentes funções em cada face: lixar, polir, remover saliências e dar brilho.

Longa duração

Já passou pela situação de ir à manicure e depois de três ou quatro dias ver o esmalte descascar ou perder o brilho? Veja como evitar que isso aconteça e prolongar a cor nas suas unhas:

Antes de pintar
Lixe suavemente a superfície da unha com um produto específico para isso. Se ela estiver descascando, a chance de o esmalte sair rápido é maior. É importante retirar completamente os resíduos de cor, de creme para cutícula ou de hidratante para mãos (pois atrapalham a aderência do verniz) e secá-la bem.

Ao pintar
Esmaltes velhos não duram tanto quanto os novos. Por isso, fique de olho na validade dos seus – ou nos da manicure. Lembre-se de tirar o excesso ao redor e na ponta das unhas com algodão e removedor. Se quiser manter o verniz intacto por cerca de 20 dias, opte pelas versões em gel, novidade que apresenta maior durabilidade.

Depois de pintar
Aplique uma camada de extrabrilho logo depois que o esmalte secar e repita a operação a cada três ou quatro dias. Isso vai intensificar a cor escolhida. No dia a dia, use luvas de silicone ao lavar a louça ou mexer com produtos de limpeza.

Como viajar com dor nas costas?





Não é necessário que você abra mão das suas atividades ou desista de viajar, mas seguindo as orientações corretas e o tratamento indicado, junto com pequenas dicas, é possível aproveitar a sua viagem.

A dor nas costas deixa muitas vezes as pessoas desanimadas por não poderem mais exercer as mesmas atividades a que estavam acostumadas, principalmente viajar.

Medidas simples e exercícios leves podem ser realizados pelo mundo todo.
Veja como atitudes simples podem auxiliar na sua viagem. Tente segui-las:

1. Planejamento:
Roteiros de viagem que permitam descansar sempre é a melhor opção. Locais turísticos que exijam esforços maiores devem ser evitados. Opte por praias, resorts e caminhadas leves ao invés de locais em que tenha que fazer longas caminhadas e carregar malas e mochilas. Uma vez escolhido comece a se preparar antes da viagem com exercícios regulares para fortalecer e alongar a sua musculatura e estar pronto para passear;

2. Excesso de bagagem:
Procure levar apenas o essencial para sua viagem. Conhecer o clima e locais que pretende visitar, facilita e diminui a necessidade de levar tantas roupas na viagem. As malas e mochilas com rodinhas tem aliviado muito os esforços a mais. Uma medida como base, é que o peso de sua bagagem não ultrapasse 7kg;

3. Data da Viagem:
Horários de embarque em feriados e férias, podem causar longas filas e exigir que fique muito tempo em pé. Por isso, procure escolher datas mais tranquilas;

4. Sobre o Voo:
Voos diretos podem auxiliar e evitar locomoções em excesso. Mesmo assim, se possível, escolha os assentos que permitam mudar de posição com mais frequência, para levantar sem ter que fazer grandes esforços. Neste caso os assentos ao lado do corredor tendem a ser a melhor opção;

5. Medicamentos:
Avalie com o seu médico sobre quais medicamentos você deve levar na viagem, procurando levar a quantidade suficiente. Certifique-se de levar as receitas para evitar aborrecimentos. Em alguns casos, o uso de coletes e faixas para a coluna, podem auxiliar a lembrar da melhor postura e evitar posições incorretas. Converse com seu médico a respeito disto;

6. Peça ajuda:
Não hesite em pedir ajuda ao ter que acomodar a sua mala no bagageiro, ou ter que se deslocar por longas distâncias. Hoje, alguns aeroportos contam com meios de transportes gratuitos que facilitam grandes deslocamentos para quem precisa;

7. Atividades Físicas:
Continue a fazer os exercícios e alongamentos durante a sua viagem; isso manterá a sua flexibilidade e postura;

8. Evite excessos e stress:
Horários corridos e uma programação muito intensa podem exigir mais da sua coluna e gerar ansiedade, o que pode levar ao início de um quadro de dor atrapalhando os outros dias de suas férias;

9. Fique atento com sua postura:
Tanto em pé como sentado, fique atento com sua postura. Ao sentar lembre-se de chegar o mais atrás possível na cadeira e as pernas entreabertas, melhoram a curvatura lombar. Se necessário, coloque algum apoio na região lombar. Opte por carregar seus objetos mais pesados, em mochilas com rodas, principalmente se for por longos períodos.

Fonte: Fisioterapia.com